quinta-feira, 30 de julho de 2015

Cidadão, direitos e deveres

Do site http://www.cidadaoalerta.org.br/, transcrevo texto sobre nossos direitos e deveres enquanto cidadãos brasileiros.


Cada cidadão tem o direito de viver, de ser livre, de ter sua casa, de ser respeitado como pessoa, de não sofrer coação, de não sofrer preconceito por causa do seu sexo, de sua cor, de sua idade, do seu trabalho, da sua origem, ou por qualquer outra causa. Todos os brasileiros têm os mesmos direitos. Esses direitos são invioláveis e não podem ser tirados de ninguém.


É importante lembrar que como cidadãos não temos somente direitos, mas também deveres para com a nação, além da obrigação de lutar pela igualdade de direitos para todos, de defender a pátria, de preservar a natureza e de fazer cumprir as leis.
Os nossos direitos e deveres estão definidos de  acordo com a Constituição Brasileira e em consonância com a  Declaração Universal dos Direitos do Homem. 
De acordo com o Art. 5º. da Constituição Brasileira, em resumo, estes sãos os  nossos direitos e deveres enquanto cidadãos brasileiros:



Direitos:• Ir e vir em todo território nacional em tempo de Paz;• Direito de igualdade perante a Lei;• Direito de não ser torturado e de não receber tratamento desumano ou degradante;• Direito a sua intimidade, sua vida particular, sua honra, sua imagem, à inviolabilidade de seu domicílio, de sua correspondência, de suas comunicações telegráficas, de dados e telefônicas;• Direito de liberdade de expressão de atividade artística, intelectual, científica, literária, e de comunicação;• Direito de reunião e às liberdades políticas e religiosas;• Direito à Informação, Direito de propriedade;



Deveres: 

• Votar para escolher nossos governantes e nossos representantes nos poderes executivos e legislativo;• Cumprir a leis;• Respeitar os direitos sociais de outras pessoas;• Prover o seu sustento com o seu trabalho; alimentar parentes próximos que sejam incapazes;• Educar e proteger nossos semelhantes, proteger a natureza;• Proteger o patrimônio comunitário; proteger o patrimônio público e social do país; colaborar com as autoridades.


Pratique isto, sucesso!


terça-feira, 28 de julho de 2015

O certo é certo

Em continuidade ao descrito no último post, queremos aprofundar discussão refletindo sobre o que chamamos de segmentação. Criticamos posição tomada por grupos dos mais variados tipos, em busca do atendimento a suas reivindicações. Observar, que não somos contra a reivindicar, mas sim, a forma como é feita, pois toda vez que uma reivindicação de determinado segmento é atendida, cria-se a ponte para o confronto de quem não está inserido no contexto.

Presenciamos com frequência situações desta natureza, e o que defendemos, ou   deveríamos estar tratando, discutindo é aplicação da lei em cima do fato, e não nas entrelinhas que permitam estas nuances.  Até onde nossos conhecimentos podem nos levar, algumas verdades são incontestáveis. Vejamos, seja no oriente, seja no ocidente, seja no continente Africano, seja no continente Americano, se faço mal a alguém, de fato, fiz algo não condizente com o que conhecemos e julgamos certo, neste contexto, seja quem for o autor da maldade e seja quem for a vítima, há um fato, e este fato deve ser julgado, não a cor, sexo, etnia, religião, etc.

Outro fato que nos permite melhor entender esta situação é a lei de cotas para ingresso nas universidades aos descendestes da raça negra, em nossa visão a lei deveria ser para os menos favorecidos, sejam eles negros, brancos, amarelos, etc.,  ou seja, trazer para prática o que está na constituição, a qual garante a todo ser humano, neste caso específico ao cidadão brasileiro, o direito a educação.

Diariamente presenciamos situações onde há mais enfoque nas origens, do que na ação do ser humano. Há neste contexto grande falha por parte do poder público, responsável maior em aplicar o que fora definido nos arcabouços jurídicos e civil.  Infelizmente, nosso sistema permite desvios, contribuindo desta maneira com uma cultura onde o enredo tem maior atenção que os atores.

Paulo Coelho nos chama atenção quando diz; “uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia” e Ricardo Magalhães enfatiza; “ o certo é certo, mesmo que ninguém esteja fazendo, e o errado é errado, mesmo que todos estejam fazendo”.


Pense nisto, sucesso !

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Criança não tem preconceito,isto é doença de adulto

Ao assistir ao programa Fantástico neste último domingo ( 26/07) deparei com situação inusitada, porém que retrata o país, a sociedade em que vivemos. Falo da Marcha do Orgulho Crespo  realizada pela 1ª vez em São Paulo, movimento que teve objetivo de mostrar que não é preciso se encaixar em um padrão. Marcha também fez alusão contra a discriminação, o racismo e o preconceito

Não tenho pretensão de julgar se está correto ou incorreto a realização da marcha, assim como o tema tratado, pois vivemos em um país livre, democrático onde estão previstos na constituição a liberdade de expressão. O que me proponho trazer a discussão é, ou melhor, são as formas segmentadas como tratamos, ou como como são tratados os temas em nosso País. Alguns exemplos; Marcha dos sem terra, marcha dos sem teto, marcha pela consciência negra, marcha pela causa indígena, marcha pelo orgulho gay, marcha pelo orgulho hétero, etc., todos reivindicando direitos, apoio, acesso, respeito, ....
  
Preâmbulo  de nossa carta magna  de 1988 “institui um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias”, o “Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Quando falo em segmentação é exatamente no sentido da palavra que refiro-me, pois dada a circunstância que o que se reivindica de forma segmentada está previsto em nossa lei maior, e deveria ser direito de todos, não tem razão a forma como cada segmento busca seu quinhão. Temos como opinião que não deveríamos ter grupos lutando por direitos como respeito, inclusão, pois além de estar explícito em nossa lei maior, é o mínimo que como seres humanos deveríamos praticar.  Além da constituição que rege toda uma sociedade, precisamos nos atentar que primeiramente somos seres humanos, que independente de religião, sexo, cor, raça, classe social temos obrigação respeitar o próximo, de entender que meu direito vai até onde começa o direito do outro, que todos somos filhos da mesma terra, que aqui nascemos e aqui viveremos até novamente virar pó e nada levar do que viermos construir e conquistar.

Observar que mencionamos a lei de fato, a que está escrita, aprovada e promulgada, no entanto, em nosso entendimento o que nos falta é sensibilidade, razoabilidade e compreensão que meu semelhante tem os mesmos direitos que eu, que o fato de pertencer a um grupo étnico diferente do meu, de optar por uma orientação sexual diferente da minha, de pertencer a outra religião, credo, não o faz nem melhor, nem pior do que eu, simplesmente foi, é e será igual a mim, ou seja um ser humano.

Que paremos de reivindicar de forma segmentada e passemos a olhar nosso semelhante com a nós mesmos, com certeza será um grande passo na busca de uma sociedade mais justa, mais tolerante, a partir de então poderemos cobrar de nossas autoridades a aplicação de forma ampla o preâmbulo de nossa constituição.



Pense nisto, viva o Brasil !
  

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Aprender, desaprender, aprender novamente

Já descrevemos em outro momento que o mundo está mudando com rapidez jamais vista, e a velocidade da mudança impacta as organizações de maneira muito forte. Como  adaptar-se a essas mudanças e criar ferramentas para continuar competitivo? Como administrar as pessoas para encarrar as mudanças necessárias? Estamos percorrendo, de maneira cada vez mais veloz, uma estrada que pouco conhecemos. Antecipar cenários é um atributo não teórico, mas sim, um processo que deve ser vivenciado a todo instante, pois isto é que poderá resultar em diferencial competitivo.
Uma entre as mudanças mais importantes que ocorreram no ambiente de negócios nestes últimos anos foi, sem dúvida, a absoluta ruptura de padrões tradicionais.  Torna-se indispensável que as empresas dediquem parcela importante do seu tempo à reflexão sobre o futuro do seu ambiente de negócio. É nos períodos de grandes mutações e incertezas que a arte de planejar ganha nobreza e prioridades maiores. Nas grandes tempestades, a engenharia de vôo entra em ação e torna-se fator crítico de sobrevivência e segurança.

Infelizmente, há muitas situações onde confunde-se a arte da antecipação de tendências e mudanças com adivinhação ou futurologia. Estudar o futuro significa aumentar o campo e o conhecimento, para possibilitar a construção de um caminho desejável e favorável para a organização, daí a importância de ampliar visão, estar atento, alinhar objetivos e equipe.

Dentro deste contexto, a visão de treinamento  voltada para "ensinar a aprender", de forma a liberar o potencial que cada indivíduo tem dentro de si faz-se cada vez mais necessária. Ensinar, ou estimular as pessoas a serem criativas, flexíveis e generalistas é condição indispensável na busca desta visão ampliada, que possa resultar em prospecções e ações que permitirão a  manutenção da empresa dentro desta arena chamada mercado.

Aprender, desaprender, aprender novamente, ensinar e reaprender, esta frase, talvez, nunca teve tanto sentido.


Pense nisto, sucesso !

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A importância da meta no direcionamento de ações

Quando tratamos do tema direcionamento da equipe, direcionamento de esforços, foco, convergência de ações, naturalmente surgem dúvidas de como fazê-lo, qual método utilizar, o que devo trabalhar, qual informação é mais relevante, qual mercado, enfim, questionamentos, questionamentos, ....

Neste post, descrevo sobre ferramenta de gestão,  a qual considero uma das mais importantes, se não a mais importante , trata-se da gestão por metas, ou gestão por objetivos.
De acordo com dicionário Michaelis: sf (lat meta) 1 Alvo, mira. 2 Fim a que se dirigem as ações ou os pensamentos de alguém. 3 Baliza, barreira, limite, marco, termo. 4 Esp Arco, cidadela, gol. 5Arena. 6 Poste ou sinal que, nas corridas de cavalos ou nas regatas, indica o ponto final da carreira. sf pl Resultados sucessivos a obter na programação de um trabalho.

Observar que todas as denominações indicam a um fim, um propósito, alvo a ser atingido, resultados a obter na programação do trabalho. Tendo o líder a tarefa de direcionar as ações da equipe, a melhor maneira de fazê-lo é num primeiro momento determinar metas, objetivos, para tudo e para todos. Não consigo imaginar um só processo que não tenha como premissa uma meta, seja no âmbito pessoal, como no profissional.

Vejamos exemplo no âmbito pessoal: Certamente você tem, teve, ou terá o desejo de ter um automóvel (tomamos o exemplo do automóvel, pois é uma  paixão nacional), a partir deste momento, quando despertar o desejo, inconscientemente uma meta, um objetivo está fixado em seu pensamento, desta forma, todo e qualquer esforço, direcionamento, ações, visam, no menor tempo possível, atingir este propósito. Perceba que problemas, obstáculos virão e você adequará suas ações, atitudes, orçamentos com vistas a consecução deste objetivo.

Em uma organização, seja qual for o tamanho, segmento, tudo, simplesmente tudo deve ter metas como ponto de partida. Assim como em nossa vida pessoal, obstáculos, desafios, problemas, também existirão, no entanto, a partir do momento em que determinamos a meta, várias ações decorrerão da mesma, entre elas, o planejamento estratégico, que permitirá desenvolver estratégias, caminhos, que direcionarão o time, ou melhor permitirão ao líder, manter a equipe no caminho traçado, focada no alvo a ser alcançado, em busca dos objetivos, da meta proposta.

Deming, Falconi(peço compreensão pois não sei exatamente de quem é esta frase) retrata em poucas palavras a importância de trabalhar com gestão por metas.

“ É a meta que desenvolve o plano; é o plano que define a ação; é a ação que leva ao resultado; e é o resultado que traz o sucesso. E tudo começa com a simples palavra meta”.
 
Reflita sobre isto, sucesso !

terça-feira, 21 de julho de 2015

Direcionar atenção da equipe, tarefa do líder

No último post, comentamos sobre a facilidade com que pessoas e organizações, muitas das vezes perdem-se em discussões e aprofundamento em temas que não levam a nada. Citamos também a importância do líder em trazer, manter a equipe alinhada, focada e atenta ao que realmente pode fazer diferença, o que pode se transformar em resultados. Trago texto de http://recursosehumanos.com.br - do psicólogo e escritor  Daniel Goleman, onde através de exemplos recentes mostra que a tarefa mais importante do líder é direcionar a atenção da equipe.

A notícia dada a algum tempo, de que a RIM, fabricante do Blackberry, pode estar à procura de um comprador, mostra mais uma vez que a forma como os líderes direcionam a atenção pode fortalecer ou quebrar uma empresa.
O termo “estratégia” pode ser entendido como se referindo à maneira como um líder direciona o foco de toda uma organização. Cada divisão – finanças, marketing, R&D – se concentra nesta estratégia da sua própria maneira. A mudança na estratégia reorienta como e “para onde” a atenção de todos deve ir. Os melhores líderes percebem quando e onde mudar o foco coletivo, chegando lá no momento certo – por exemplo, para tirar proveito de uma tendência emergente.
Enquanto a atenção de qualquer pessoa tem uma capacidade limitada, a largura de banda de atenção de uma organização pode ser imensa. Mas se essa enorme largura de banda não tem direção, o resultado será confusão. Alguns dos sinais de déficit de atenção organizacional incluem a falta de dados, informações, o que leva a decisões ruins, e falta de reflexão sobre para onde as forças de longo prazo estão se dirigindo.
A Blackberry foi fundada e levada ao sucesso por seus co-CEOs que eram engenheiros brilhantes. Seu foco na excelência em engenharia fez do Blackberry uma tecnologia vencedora em seu tempo. Mas eles mantiveram o foco da empresa estreito por muito tempo, perdendo mudanças de mercado e tecnologia que se mostrariam fundamentais, como a mudança para redes mais rápidas e a ascensão do iPhone e Android.
Naquele tempo as vendas da Blackberry capturaram mais da metade do mercado dos EUA apenas para telefones celulares. Hoje, sua quota de mercado gira em torno de três ou quatro por cento! Na RIM, esta reorientação de foco veio tarde demais. 
Por outro lado, pense na Intel, sob a liderança de Andrew Grove, o CEO lendário que levou a empresa ao topo de seu mercado. Ao mesmo tempo, no início de sua história, a empresa enfrentou o que Grove chama de “vale da morte”, onde uma empresa pode desaparecer.
Desde seus primeiros dias a Intel havia se focado em fazer chips de computador – e não percebeu que os fabricantes japoneses estavam minando suas vendas. Grove admite candidamente que a falta de atenção às realidades de marketing, do que o mercado apresentava, quase afundaram a empresa.
Mas Grove habilmente mudou o foco da empresa, deixando de produzir apenas microchips e passando a fazer microprocessadores sofisticados. No prazo de alguns anos, durante o pico da popularidade dos PCs e laptops, a grande maioria dessas máquinas exibia um adesivo “Intel Inside”. Os líderes da Intel tinham visto uma oportunidade chegando, e se concentraram em como aproveitá-la. 
Percebam, que mais do que estar alinhado a um objetivo, é indispensável estar atento as nuances do mercado. Ele nos avisa, nos mostra, porém devemos ter capacidade de entender, de enxergar, mais do que isto, redirecionar, quando faz-se necessário.
E em sua empresa, de que forma a liderança está direcionando o foco de todos?
Pense nisto, sucesso !


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Cuidado com assuntos que levam nada a lugar algum

É impressionante como nos deparamos diariamente com situações e  pessoas  que tem a habilidade de trazer a discussão assuntos que ligam nada a coisa alguma. No meio político, esportivo, nas organizações, nas comunidades, enfim em todos os meios e setores há aqueles que tem a capacidade de polemizar temas que não trarão benefício algum a quem  quer que seja.

Para exemplificar tomamos dois exemplos os quais estamos acompanhando nos noticiários;
a discussão em torno da palavra Gênero no PNE (Plano Nacional da Educação). Observo que não busco aqui defender uma ou outra posição, mas sim, criticar a bancada de deputados federais, que em um momento onde mais precisamos do congresso, da união dos políticos em torno  de discussões para tirar o país da situação em que se encontra, gasta-se tempo e dinheiro (sim, pois os recursos utilizados para pagamento dos salários, viagens, bonificações, toda  estrutura governamental sai do nosso bolso), em discussões evasivas, que nunca chegarão a algum denominador comum, pois não será a manutenção  ou exclusão da dita palavra que determinará alguma orientação na vida do indivíduo.

No âmbito esportivo, talvez o assunto mais recente envolve o  Clube de Regatas Vasco da Gama, do qual inclusive sou torcedor. Prolonga-se a polêmica sobre o lado que as  torcidas do Vasco e Fluminense tem direito a ocupar no estádio do maracanã, novamente, não tenho pretensão de tomar posição, pois não tenho ideia de quão melhor é assistir ao um jogo de um lado ou de outro, uma coisa tenho certeza, da única vez que estive no maracanã ( não havia nenhum jogo em andamento, apenas o guia nos passando conhecimentos sobre o estádio), estava dentro do estádio, e acredito este ser o fato mais importante, estar dentro do estádio para acompanhar seu time do coração.Tomei dois exemplos para melhor expor o assunto, pois em nosso dia a dia, é comum vermos  nos mais variados níveis discussões que  tem como objetivo, o vazio, o nada.

Dentro das organizações devemos estar atentos, pois o desvio de foco, a perda de tempo com situações desta natureza pode ser fator decisório entre ganhar e perder um negócio. Cabe principalmente ao líder manter sua equipe focada, nos trilhos, em busca dos objetivos propostos. Precisamos exercitar o hábito de peneirar os assuntos que nos chegam , analisar se o que está sendo colocado  em pauta realmente tem fundamentos, pode fazer alguma diferença, pode efetivamente mudar algo, mais do que isto, certificar-se  que ao final, algo de concreto, algum fruto será colhido, caso contrário perderemos tempo como o gênero e não com gente, peça fundamental dentro de uma organização e qual lado/setor é melhor ou pior, enquanto o importante é poder estar dentro da organização e poder contribuir com o resultado.

Pense nisto, sucesso !